domingo, 11 de setembro de 2016

Professores & professauros

Professores & professauros Celso Antunes Que se imagine outra galáxia e, nesta, um planeta habitado. Com civilização bem mais antiga que a da Terra, apresenta progresso material e moral bem mais avançado que o nosso. Nesse planeta, um pesquisador resolve conhecer um pouco sobre como se desenvolve a educação em outro mundo habitado, agora bem mais atrasado, e que se chama Terra. Valendo-se da notável tecnologia que sua avançada cultura alcançou, disfarça-se em estudante terráqueo e, após muitas aulas que observa, prepara seu relatório, destacando que no planeta visitado encontrou dois tipos de ensinantes que, trabalhando com as mesmas dificuldades e regalias no mesmo espaço, apresentam significativas diferenças entre si. Para diferenciar profissionais assim tão díspares, chama o primeiro de "professores" e os outros de "professauros", por identificar, nestes últimos, formas de pensamento comuns ao período Cretáceo, dominado pelos grandes dinossauros. Segue, extraído desse original relatório, algumas diferenças essenciais entre os dois. Quanto ao ano letivo que se inicia: Para os professores, uma oportunidade ímpar de aprender e crescer, um momento mágico de revisão crítica e decisões corajosas; para os professauros, o angustiante retorno a uma rotina odiosa, o eterno repetir amanhã tudo quanto de certo e de errado se fez ontem. Quanto aos alunos que acolhem: Para os professores, a alegria de percebê-los cada vez mais sabidos e curiosos e a vontade de fazê-los efetivos protagonistas das aulas que ministrarão. A certeza de que não os ensinarão, mas poderão contribuir de forma decisiva para iluminar suas inteligências e afiar suas muitas competências. Para os professauros, nada mais que chatíssimos clientes que transformados em espectadores pensarão sempre mais na indisciplina que na aprendizagem, na vagabundice que no crescimento interior. Quanto às aulas que deverão ministrar: Para os professores, um momento especial para propor novas situações de aprendizagens pesquisadas e através das mesmas provocar reflexões, despertar argumentações, estimular competências e habilidades; para os professauros, nada além que a repetitividade de informações que estão nos livros e apostilas e a solicitação de esforço agudo das memórias para acolher o que se transmite, ainda que sem qualquer significação e poder de contextualização ao mundo em que se vive. Quanto aos saberes que se trabalhará: Para os professores, um volume de informações que necessitará ser transformado em conhecimentos, uma série de veículos para que com eles se aprenda a pensar, criar, imaginar e viver; para os professauros, trechos cansativos de programas estáticos que precisam ser ditos, ainda que não se saiba por que fazê-lo. Quanto à vida que se vive e os sonhos que se acalanta: Para os professores, desafios a superar, esperanças a aguardar, conhecimentos para cada vez mais se aprender, a fim de se fazer da arte de amar o segredo do viver; para os professauros, a rotina de se trabalhar por imposição, casar por obrigação, fazer filhos por tradição, empanturrar-se para depressa se aposentar e quanto antes morrer. O relatório do pesquisador espacial prossegue, mas não é objetivo desta crônica pelo mesmo avançar. O que com a mesma, efetivamente, se pretende são duas singelas interrogações. Você descobre em colegas que conhece quem pertence a uma e a outra categoria? E você, prezado amigo ou amiga, com sinceridade, a que categoria pertence? Professores & professauros Celso Antunes

As Quatro Linguagens da Arte na Educação: Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016

TURMA DO SÁBADO WORKSHOP DE ÁREA: EDUCAÇÃO As Quatro Linguagens da Arte na Educação: Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016 JUSTIFICATIVA: Conscientizar os acadêmicos participantes a continuarem sempre atentos ao mundo da teoria desenvolvido pelos diversos componentes curriculares, bem como a importância e a necessidade de aprenderem a ver conteúdo prático em todos os temas teóricos desenvolvidos na Faculdade, como forma de se prepararem para um mundo de práticas que virá com o término do curso superior. OBJETIVO GERAL: Conhecer a Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016, que inclui o ensino de Artes Visuais, Dança, Música e Teatro nos currículos dos diversos níveis da educação básica do país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Conhecer a Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016; Observar a aplicação da lei na educação básica; Aprender sobre as diversas possibilidades do ensino de artes visuais, dança, música e teatro na escola; COMPETÊNCIAS TRABALHADAS NO WORKSHOP: Competências gerais: Demonstrar capacidade de reflexão Relacionar teoria e prática Articular conhecimento de diferentes áreas Competências de área: Capacidade de entendimento da lei trabalhada; Explorar as diversas possibilidades do trabalho pedagógico; Desenvolver atividades para o trabalho com as quatro linguagens. Atividade: 1) Depois que você fizer o passo-a-passo seguindo o vídeo, irá precisar deixar sua máscara secar. Enquanto ela seca, reúna-se com um grupo de colegas e inicie a reflexão a seguir: Pense em qual personagem desejaria representar. Depois de escolhê-lo, procure responde para si mesmo as seguintes perguntas, podem descrever esses personagens no papel. Por que escolhi esse personagem? O que ele tem de especial para mim? É engraçado? Sério demais? Qual é o aspecto que mais me chama a atenção nele? Está relacionado a minha história? A do país? A da comunidade? Quando estiverem utilizando a máscara quais são as principais falas que você fará já “vestido” com seu personagem? Qual é o papel que desejaria representar? Compare com os outros personagens do grupo. Se estivesse realizando essa atividade com seus alunos, você já poderia estar iniciando o trabalho com o conceito de “personagem” e de “representação”. Poderia iniciar uma reflexão com seus alunos sobre quantos papeis desempenhamos em nossas vidas. Discuta com seu grupo: é possível uma pessoa desempenhar um só papel a vida inteira? E o ator? Como ele se transforma em um personagem? Essas questões são o início de uma jornada apaixonante dos alunos rumo ao conhecimento das artes cênicas. Alguns podem demonstrar maior interesse pela expressão da arte visual... Entendendo a máscara como uma bela/horrenda/diferente escultura. Essa jornada subjetiva deve ser livre para que o aluno construa seu próprio caminho, sem “travas” ou preconceitos. 2)Depois do debate, elabore um pequeno texto individual contendo suas principais ideias e conclusões. É importante que cada um faça seu próprio texto individualmente. 3)Depois do texto, vamos finalizar as máscaras!!! Agora você poderá pintá-la, decorá-la com “cabelo”, “óculos”, adereços que o personagem que você escolheu utiliza! Os grupos deverão apresentar um resumo sobre seu tema explicando como surgiu, onde surgiu? Qual a importância do seu tema no contexto escolar em todos os segmentos, focando com mais ênfase para o ensino médio. ( Parte teórica). Parte prática como seria desenvolvida em sala de aula? Tempo para cada grupo 25 minutos. https://www.youtube.com/watch?v=SgbqDZy_Xi0

As Quatro Linguagens da Arte na Educação: Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016

TURMA DA QUARTA-FEIRA MATEMÁTICA WORKSHOP DE ÁREA: EDUCAÇÃO As Quatro Linguagens da Arte na Educação: Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016 JUSTIFICATIVA: Conscientizar os acadêmicos participantes a continuarem sempre atentos ao mundo da teoria desenvolvido pelos diversos componentes curriculares, bem como a importância e a necessidade de aprenderem a ver conteúdo prático em todos os temas teóricos desenvolvidos na Faculdade, como forma de se prepararem para um mundo de práticas que virá com o término do curso superior. OBJETIVO GERAL: Conhecer a Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016, que inclui o ensino de Artes Visuais, Dança, Música e Teatro nos currículos dos diversos níveis da educação básica do país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Conhecer a Lei nº 13.278, de 2 de maio de 2016; Observar a aplicação da lei na educação básica; Aprender sobre as diversas possibilidades do ensino de artes visuais, dança, música e teatro na escola; COMPETÊNCIAS TRABALHADAS NO WORKSHOP: Competências gerais: Demonstrar capacidade de reflexão Relacionar teoria e prática Articular conhecimento de diferentes áreas Competências de área: Capacidade de entendimento da lei trabalhada; Explorar as diversas possibilidades do trabalho pedagógico; Desenvolver atividades para o trabalho com as quatro linguagens. Atividade: 1) Depois que você fizer o passo-a-passo seguindo o vídeo, irá precisar deixar sua máscara secar. Enquanto ela seca, reúna-se com um grupo de colegas e inicie a reflexão a seguir: Pense em qual personagem desejaria representar. Depois de escolhê-lo, procure responde para si mesmo as seguintes perguntas, podem descrever esses personagens no papel. Por que escolhi esse personagem? O que ele tem de especial para mim? É engraçado? Sério demais? Qual é o aspecto que mais me chama a atenção nele? Está relacionado a minha história? A do país? A da comunidade? Quando estiverem utilizando a máscara quais são as principais falas que você fará já “vestido” com seu personagem? Qual é o papel que desejaria representar? Compare com os outros personagens do grupo. Se estivesse realizando essa atividade com seus alunos, você já poderia estar iniciando o trabalho com o conceito de “personagem” e de “representação”. Poderia iniciar uma reflexão com seus alunos sobre quantos papeis desempenhamos em nossas vidas. Discuta com seu grupo: é possível uma pessoa desempenhar um só papel a vida inteira? E o ator? Como ele se transforma em um personagem? Essas questões são o início de uma jornada apaixonante dos alunos rumo ao conhecimento das artes cênicas. Alguns podem demonstrar maior interesse pela expressão da arte visual... Entendendo a máscara como uma bela/horrenda/diferente escultura. Essa jornada subjetiva deve ser livre para que o aluno construa seu próprio caminho, sem “travas” ou preconceitos. 2)Depois do debate, elabore um pequeno texto individual contendo suas principais ideias e conclusões. É importante que cada um faça seu próprio texto individualmente. 3)Depois do texto, vamos finalizar as máscaras!!! Agora você poderá pintá-la, decorá-la com “cabelo”, “óculos”, adereços que o personagem que você escolheu utiliza! Os grupos deverão apresentar um resumo sobre seu tema explicando como surgiu, onde surgiu? Qual a importância do seu tema no contexto escolar em todos os segmentos, focando com mais ênfase para o ensino médio. ( Parte teórica). Parte prática como seria desenvolvida em sala de aula? Tempo para cada grupo 25 minutos. GRUPO E TEMA GRUPO 01- JAILSON, ANDERSON, JULIERME, FÁBIO (ARTES VISUAIS) GRUPO 02- ANDRESSA, WENDEL, ANA E KAIQUE (MÚSICA) GRUPO 03- JOAQUIM, VANGECI E GILMARIA (DANÇA) GRUPO 04- ALAN, DEYVE,LUCAS E MIRELLI (TEATRO) https://www.youtube.com/watch?v=SgbqDZy_Xi0 Bom trabalho!

sábado, 13 de agosto de 2016

WORKSHOP GERAL: SAÚDE PÚBLICA: Aedes Aegypti e o Zika Vírus




                  



            WORKSHOP GERAL: SAÚDE PÚBLICA:
                           Aedes Aegypti e o Zika Vírus



                     OBJETIVO GERAL
Discutir sobre a recente epidemia que o Mosquito Aedes Aegypti causou em diversas regiões do Brasil.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

 *  Alertar a população referente às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti e as suas principais consequências;
 * Analisar as políticas públicas em relação ao tema;
 * Conhecer medidas de prevenção; 
 *  Observar a incidência do zika vírus no país e suas consequências para a saúde da sociedade.
COMPETÊNCIAS TRABALHADAS NO WORKSHOP
* Demonstrar capacidade de reflexão, articulando conhecimento da área da saúde pública. 
* Demonstrar capacidade de transmitir conhecimentos científicos em relação ao tema abordado. 
 * Apresentar capacidade de prevenção contra o Mosquito Aedes Aegypti.

CADA ACADÊMICO DEVE LEVAR PARA A SALA O TEXTO: ANEXO II ZIKA VÍRUS A ATIVIDADE  E O ANEXO III.

ANEXO II
 

ZIKA VÍRUS
 

No segundo semestre de 2014, uma nova doença febril foi registrada em algumas cidades do nordeste brasileiro. As manifestações clínicas dessa doença não preenchiam os critérios para uma doença exantemática clássica (erupção cutânea ou lesão avermelhada), como o sarampo, a rubéola, a escarlatina ou exantema súbito. Mas, era algo semelhante à dengue. No entanto, algumas avaliações sorológicas para este vírus foram negativas.
Os casos suspeitos estavam presentes nas cidades de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e Recife, capital do estado de Pernambuco, entre outras localidades menores.
Após extensa investigação desses casos, foi confirmada a circulação do vírus Zika nessa região do país, registrada nas primeiras publicações sobre sua ocorrência no Rio Grande do Norte e na Bahia.
Desde então, médicos infectologistas tem se dedicado à investigação da inédita epidemia. Em maio de 2015, a Organização Pan-Americana da Saúde emitiu um comunicado a respeito do risco de transmissão do vírus Zika entre algumas cidades nordestinas: casos autóctones atribuídos à cepa asiática do vírus Zika.
Provavelmente esse vírus foi trazido ao Brasil por turistas durante a Copa do Mundo de Futebol de 2014. A doença foi confirmada laboratorialmente e os médicos alertaram para o potencial de difusão global do vírus, de maneira semelhante ao vírus da Dengue e Chikungunya.
A dengue, a Chikungunya e a Zika são arboviroses de grande importância socioeconômica, que afetam o ser humano e constituem sério problema de saúde pública no mundo. Ocorrem e disseminam-se especialmente nos países tropicais, onde as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do Aedes aegypti, principal mosquito transmissor. Apresentam a mesma sazonalidade coincidente com o verão e seu controle principal são as medidas de combate ao mosquito transmissor, tanto de cunho pessoal (domicílio) como coletivo (comunidade) não deixando criadouros ou condição de água parada.
O vírus Zika recebeu a mesma denominação do local de origem de sua identificaçãoem 1947, após detecção em macacos sentinelas para monitoramento da febre amarela, na floresta Zika, em Uganda. Entretanto, alguns estudos relatam três linhagens principais do vírus Zika, uma original da Ásia e duas da África.
Em 2007, casos relacionados ao vírus Zika foram documentados fora dos continentes asiático e africano, com destaque para uma epidemia na Polinésia Francesa e a circulação do vírus por vários países da Oceania.
Pela análise dos casos de Zika diagnosticados no nordeste brasileiro, pode-se inferir que a incidência dessa infecção viral está intimamente relacionada à proliferação vetorial e, consequentemente, às condições sanitárias da região. No município de Natal, por exemplo, a maioria dos casos procedia da zona norte da cidade, onde apenas 5% da rede de esgotamento sanitário é adequadamente tratada. Ainda em Natal, os dados entomológicos apontam para presença significativa dos mosquitos Aedes aegypti e A. Albopictus.
É sempre importante lembrar: além do homem, o vírus Zika pode infectar animais, sendo possível que estes venham a desempenhar um papel importante na perpetuação dos casos no Brasil.
O principal modo de transmissão descrito do vírus é pela picada do Aedes Aegypti. Outras possíveis formas de transmissão do vírus Zika precisam ser avaliadas com mais profundidade, com base em estudos científicos. Não há evidências de transmissão do vírus Zika por meio do leite materno, assim como por urina, saliva e sêmen.
Conforme estudos aplicados na Polinésia Francesa, não foi identificada a replicação do vírus em amostras do leite, assim como a doença não pode ser classificada como sexualmente transmissível. Também não há descrição de transmissão por saliva.
Cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus Zika não desenvolvem manifestações clínicas. A apresentação clínica da infecção pelo vírus Zika é inespecífica o que dificulta o diagnostico. O aspecto dos achados clínicos, associado ao fato de parte dos pacientes apresentarem sintomas leves e não procurarem atendimento médico, somado à indisponibilidade de testes diagnósticos específicos nas unidades hospitalares, contribui para a subnotificação dos casos e desconhecimento da real incidência da febre pelo vírus Zika.
Apesar da aparente benignidade da doença, mais recentemente na Polinésia Francesa e no Brasil, quadros mais severos, incluindo comprometimento do sistema nervoso central (síndrome de Guillain-Barré, mielite transversa e meningite), associados ao Zika têm sido comumente registrados, o que mostra quão pouco conhecida ainda é essa doença.Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. No geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias. No entanto, a dor nas articulações pode persistir por aproximadamente um mês. Formas graves e atípicas são raras, mas quando ocorrem podem, excepcionalmente, evoluir para óbito, como identificado no mês de novembro de 2015, pela primeira vez na história.
Ainda, há que se considerar a implicação da infecção pelo vírus Zika em gestantes na ocorrência de microcefalia em recém-nascidos. Esta hipótese foi levantada após a detecção do aumento inesperado no número de casos de microcefalia, inicialmente em Pernambuco e posteriormente em outros da região Nordeste do Brasil, a partir de outubro de 2015.
Em novembro de 2015, o Ministério da Saúde confirmou a relação entre a infecção pelo vírus Zika e a ocorrência de microcefalia. A presença do vírus foi identificada por pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC) em amostras de sangue e tecidos de um recém-nascido no Ceará que apresentava microcefalia e outras malformações congênitas.
A microcefalia é uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, ou seja, igual ou inferior a 32 cm. Essa malformação congênita pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como substâncias químicas e agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.
Em relação ao tratamento da doença contraída pelo Zika vírus, não existe nada específico para a infecção. Também não há vacina contra o vírus. Recomenda-se para os casos sintomáticos o uso de acetaminofeno (paracetamol) ou dipirona para o controle da febre e manejo da dor. No caso de erupções pruriginosas, os anti-histamínicos podem ser considerados.
Não é recomendado o uso de ácido acetilsalicílico (AAS) e outros anti-inflamatórios, em função do risco aumentado de complicações hemorrágicas descritas nas infecções por outros flavivírus. Os casos suspeitos devem ser tratados como dengue, devido à sua maior frequência e gravidade conhecida.
No entanto, não existem guias que orientem o tratamento. Assim, o manejo depende de relatos de outras epidemias (asiáticas e africanas) e da experiência adquirida na abordagem de outras arboviroses, como a dengue.Cabe destacar que é muito importante procurar um médico assim que os primeiros sintomas se manifestarem.
Devido à sobreposição dos sintomas nas diferentes arboviroses, o diagnóstico específico do vírus Zika em regiões tropicais representa um desafio. Em períodos de chuvas, outras doenças também devem ser consideradas, como a leptospirose.
Conforme já foi mencionado, a proliferação do mosquito está diretamente ligada às péssimas condições sanitárias, assim, a dengue, chikungunya e zika compartilham o mesmo vetor. Dessa forma, o Estado deve implementar medidas efetivas para o controle da doença, com especial enfoque na educação da população.
Além do clima, há outras condições que favorecem a reprodução do mosquito: o aumento no volume de lixo, o descarte inadequado de embalagens e copinhos, tampas, sacos plásticos e outros. Pesquisas mostram que no Nordeste 82% das larvas foram encontradas nos tanques e tambores para armazenar água; em outras regiões os focos estão no lixo e pontos de domicílios e quintais onde se acumula água parada.
Em relação ao ciclo da doença, ocorre da seguinte forma: a fêmea do mosquito pica porque precisa do sangue humano para se reproduzir. Se esta pessoa está contaminada com o Zika, o mosquito leva o vírus para a outra pessoa que irá picar depois. Essa corrente cresce rapidamente: mais gente doente, mais mosquitos que picam e espalham o vírus adiante.
Interessante saber que cada fêmea vive cerca de 50 dias e pode produzir até 1.500 ovos, que deposita em água parada, onde viram larvas e estão prontos pra voar, e picar, em menos de 7 dias.
Diante dos desafios e das dificuldades enfrentadas com a nova epidemia, esforços do Ministério da Saúde têm sido realizados com o intuito de contar com a população para controlar a doenças. No quadro abaixo é possível verificar as recomendações em relação à: Prevenção/Proteção, Cuidados e Informação.

*Utilize telas em janelas e portas, use roupas compridas – calças e blusas – e, se vestir;
*Caso observe o aparecimento de manchas vermelhas na;
*  Utilize informações dos sites institucionais, como o do Ministério da Saúde e roupas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas;
* Fique, preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.
* pele, olhos avermelhados ou febre, busque um serviço de saúde para atendimento. 
* Não tome qualquer medicamento por conta própria. 
*Procure orientação sobre planejamento reprodutivo e os métodos contraceptivos nas Unidades Básicas de Saúde. das Secretarias de Saúde;
*  Se deseja engravidar: busque orientação com um profissional de saúde e tire todas as dúvidas para avaliar sua decisão;
* Se não deseja engravidar: busque métodos contraceptivos em uma Unidade Básica de Saúde. 
Fonte: http://combateaedes.saude.gov.br/index.php/tira-duvidas#chikungunya

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA - FAEL
NOME COMPLETO:________________________________________________________
LOGIN:___________________________________________________________________
POLO:____________________________________________________________________
CURSO:__________________________________________________________________
DATA:____/____/____

 

                              Atividade
 

Baseado no texto “Zika Vírus”, responda as questões:
1)A dengue, a Chikungunya e a Zika são arboviroses de grande importância socioeconômica, que afetam o ser humano e constituem sério problema de saúde pública no mundo. Ocorrem e disseminam-se especialmente nos países tropicais, onde as condições do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do Aedes aegypti, principal mosquito transmissor.

 Em relação aos sintomas do Zika vírus, analise as assertivas abaixo:
I. Os principais sintomas são: dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos.
II. Os principais sintomas são: dor de cabeça, febre alta com início súbito, perda do paladar e apetite e tonturas.
III. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos.
Assinale a alternativa correta:
a) (   )  I e II estão corretas.
b) (   ) Apenas I está correta.
c) (   )  I e III estão corretas.
d) (   ) II e III estão corretas.
e) (   ) Apenas a II está correta.
 

2)A dengue, a febre chikungunya e a febre zika têm o mesmo agente causador: o mosquito Aedes aegypti, mais precisamente as fêmeas desse mosquito. Autoridades médicas vêm alertando para o aumento na ocorrência de casos de malformação em bebês filhos de mulheres que contraíram a febre zika. A malformação que vem preocupando tanto mulheres grávidas ou que desejam engravidar, quanto às autoridades de saúde é denominada:
a) (   ) Hidrocefalia
b) (   ) Meningoencefalite
c) (   ) Ancefalia
d) (   ) Microcefalia
d) (   ) Síndrome de Guillain-Barré
 

3)“Um mosquito não é mais forte que um país inteiro.” A mensagem da Campanha Nacional de Combate à Dengue é forte porque a situação é grave e requer ação imediata. A participação social no combate ao mosquito Aedes aegypti é uma das principais ações para erradicar as doenças: dengue, chikungunya e zika. Analise as assertivas abaixo e assinale aquelas que apresentam medidas de prevenção a essas doenças:
 I. Utilize telas em janelas e portas e mosquiteiros.
II. Utilize roupas compridas e nas áreas do corpo expostas aplique repelente. 
III. Utilize calçados para evitar pisar nas larvas do mosquito e ser contaminado.
 IV. Não deixar água parada e cuidar com o acúmulo de água em plantas e até mesmo nos recipiente de água dos animais domésticos. 
V. Não descartar lixo em terrenos baldios e manter a lata de lixo sempre bem fechada. Assinale a alternativa correta:
a) Todas estão corretas.
b)  (   ) I, II e IV estão corretas.
c)  (   ) I, II, III e V estão corretas.
d)  (   ) Apenas IV e V estão corretas.
e) (   )  I, II, IV e V estão corretas.


ANEXO III

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA - FAEL
NOME COMPLETO:________________________________________________________
LOGIN:__________________________________________________________________
POLO:___________________________________________________________________
CURSO:_________________________________________________________________
DATA:____/____/

 

                                                         ATIVIDADE
Considerando o conhecimento adquirido neste Workshop, elabore um texto dissertativo abordando a relevância desse tema para a sociedade brasileira.

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                           FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA - FAEL